Gestrinona
Revisão de evidência científica
Dr. Leonardo Jacobsen · 2026
Gestrinona/Fundamentos/História e química
GestrinonaRevisãoFundamentosQuímica estrutural

História, química e relação estrutura-atividade da gestrinona

Atualizado 2026Versão 1.0~17 min de leitura9 referências
Nesta revisão
Resumo estruturado
Contexto
A gestrinona nasceu como R-2323, um esteroide sintético do programa de anti-hormônios da Roussel-Uclaf, desenvolvido nos anos 1970 como contraceptivo oral antes de se consolidar, na década seguinte, no tratamento da endometriose.
Objetivo
Reconstruir a história da molécula e dissecar sua química — nome, fórmula e classe — mostrando como cada elemento estrutural (19-nor, sistema trienona Δ4,9,11, grupo 13β-etil e 17α-etinil) determina seu perfil farmacológico.
Achados
A gestrinona é um 19-norsteroide triênico — 13β-etil-17α-etinil-17β-hidroxigona-4,9,11-trien-3-ona (C21H24O2, 308,41 g/mol). O sistema conjugado 4,9,11-trien-3-ona confere grande mobilidade conformacional, o que explica por que a molécula se liga aos receptores de progesterona, androgênio, mineralocorticoide e glicocorticoide — mas não ao de estrogênio. Estruturalmente é parente próxima da trembolona (mesmo trieno) e da etisterona (mesmo 17α-etinil), e o esqueleto 4,9,11-trien-3-ona é o mesmo compartilhado com a tetra-hidrogestrinona (THG).
Conclusão
O perfil multirreceptor da gestrinona não é acidental: é a consequência direta de uma arquitetura molecular desenhada — a soma de 19-nor, trienona e 17α-etinil — que a farmacologia dos capítulos seguintes apenas detalha.
R-2323Roussel-Uclaf19-norsteroide4,9,11-trienona17α-etinil13β-etiltrembolonaTHG
308,41
Massa molar (g/mol) · C21H24O2
3
Duplas ligações conjugadas (Δ4, Δ9, Δ11)
41,5
RBA no PR uterino humano (progesterona = 100)
1974
Primeiro uso descrito (contracepção)
1.Origem: a molécula R-2323 e o programa da Roussel-Uclaf

Antes de ter nome comercial, a gestrinona foi um código de laboratório: R-2323. Ela emergiu do programa de esteroides da farmacêutica francesa Roussel-Uclaf — o mesmo ambiente científico que, anos depois, geraria a mifepristona (RU-486) e que produziu, ao longo das décadas de 1960–1980, uma família inteira de moléculas desenhadas para antagonizar hormônios esteroides em vez de imitá-los.

O esqueleto da gestrinona foi sintetizado pela Roussel já por volta de 1960 (Malavasi et al., 2025), mas seu desenvolvimento farmacológico como fármaco pertence à década de 1970. Coube a Sakiz e Azadian-Boulanger, na primeira metade dessa década, propor a R-2323 como base de uma contracepção livre de estrogênio, fundada no bloqueio do receptor de progesterona por administração no meio do ciclo (Kim et al., 2000). A racionalidade era vanguardista para a época: em vez de suprimir a ovulação com estrogênio exógeno, interferir no eixo progestacional com um único esteroide de ação múltipla.

A própria fonte-mãe da farmacologia da molécula — a revisão de Raynaud e Ojasoo, os químicos da Roussel-Uclaf que a caracterizaram — descreve a R-2323 como "o primeiro antiprogestínico conhecido a se ligar ao receptor de progesterona" (Raynaud & Ojasoo, 1986). Esse pioneirismo é histórico: a gestrinona antecede conceitualmente os antiprogestágenos que se tornariam célebres, e foi peça de um programa deliberado de desenho de anti-hormônios.

Nota de proveniência

Uma fonte-criadora, um conflito a sinalizar

Boa parte da caracterização farmacológica clássica da gestrinona vem de Raynaud e Ojasoo, pesquisadores da própria Roussel-Uclaf. É a documentação primária mais rica sobre a molécula — e, ao mesmo tempo, uma revisão autoral produzida por seus criadores. Ao longo desta obra, os dados dessa origem são tratados como fonte de referência, mas com essa ressalva de proveniência explícita.

2.Da contracepção à endometriose

O primeiro destino clínico da R-2323 foi a contracepção. O regime testado era caracteristicamente econômico: 5 mg por via oral, uma vez por semana, a partir do dia 4 do ciclo (Niaraki et al., 1981). Um extenso estudo aberto nos Estados Unidos, entre 1975 e 1978, acompanhou 803 mulheres ao longo de 6.217 meses-lunares de tratamento, registrando um índice de Pearl de 4,60 gestações por 100 mulheres-ano (Raynaud & Ojasoo, 1986). Um segundo protocolo, de dose no meio do ciclo, esbarrou na dificuldade de datar com precisão o pico ovulatório, gerando taxas de falha inaceitáveis — o que acabou levando ao abandono da via contraceptiva.

O que já se anunciava naqueles primeiros ensaios, contudo, era a assinatura que definiria a carreira da molécula: mesmo por via oral semanal, a R-2323 suprimia os picos de gonadotrofinas, alterava o muco cervical e produzia efeitos androgênicos — acne e hirsutismo já apareciam entre as queixas (Niaraki et al., 1981). Uma molécula que amenorreia e atrofia o endométrio é, por definição, candidata natural ao tratamento de uma doença estrogênio-dependente.

A virada veio em 1982, quando Coutinho descreveu o tratamento da endometriose com a gestrinona, definindo-a como um "antiestrogênio e antiprogesterona sintético" (Coutinho, 1982). Foi essa indicação — e não a contracepção — que consolidou a molécula na prática clínica ao longo dos anos 1980, e é dela que derivam os usos posteriores, incluindo o desenvolvimento contemporâneo do pellet subdérmico avaliado no estudo GLADE (Malavasi et al., 2025). A Figura 1 situa esses marcos.

1974 1982 anos 2000 2025 Contracepçãooral (R-2323) Endometriose(Coutinho) Uso subcutâneoe novas vias GLADEpellet bioabsorvível
Figura 1. Linha do tempo esquemática do desenvolvimento da gestrinona: da contracepção oral (R-2323, anos 1970) à consolidação na endometriose (Coutinho, 1982), e à renovação do uso por via subcutânea nos anos 2000, até o ensaio contemporâneo do pellet subdérmico bioabsorvível (GLADE, 2025). Marcos aproximados.
3.Identidade química: nome, fórmula e classe

A gestrinona tem fórmula molecular C21H24O2 e massa molar de aproximadamente 308,41 g/mol (Malavasi et al., 2025). Seu nome sistemático, na nomenclatura do gonano, é:

13β-etil-17α-etinil-17β-hidroxigona-4,9,11-trien-3-ona

Nome IUPAC (esqueleto gonano)

Entre os identificadores de referência, o número CAS é 16320-04-0 e o código ATC é G03XA02 — classificação que situa a gestrinona, ao lado do danazol (G03XA01), no grupo das antigonadotropinas e agentes similares, e não entre os esteroides anabolizantes: um detalhe que antecipa a distinção, retomada adiante, entre a farmacologia real da molécula e sua reputação anabólica.

O mesmo composto é descrito, na nomenclatura do pregnano, como 13-etil-17-hidroxi-18,19-dinor-17α-pregna-4,9,11-trien-20-in-3-ona (Verma & Laumas, 1981) — as duas grafias designam a mesma molécula. Sinônimos históricos e de código incluem R-2323 e etilnorgestrienona.

Do ponto de vista de classe, a gestrinona é um 19-norsteroide — deriva formalmente da 19-nortestosterona pela remoção do grupo metila axial em C-19 (Ciou et al., 2022). A ela somam-se dois traços que a singularizam dentro da família das 19-nortestosteronas: o sistema triênico (três duplas ligações conjugadas, em Δ4, Δ9 e Δ11, formando a 4,9,11-trien-3-ona) e o grupo 17α-etinil sobre a 17β-hidroxila. É essa combinação — 19-nor + trieno + etinil — que a coloca em uma classe estrutural própria, a das 4,9,11-trien-3-onas, compartilhada com a trembolona e a tetra-hidrogestrinona (Kuuranne et al., 2008).

4.Anatomia da molécula: quatro determinantes estruturais

A relação estrutura-atividade da gestrinona pode ser lida como a soma de quatro decisões químicas, cada uma com uma consequência farmacológica distinta. Vale percorrê-las uma a uma.

(1) O núcleo 19-nor. A remoção do metil-19 não é cosmética. No ensaio de ligação ao receptor de progesterona uterino humano, os autores observaram que a retirada do 19-metil axial aumenta a afinidade pelo PR (Verma & Laumas, 1981). O esqueleto 19-nor é também o traço que herda o caráter androgênico de fundo da 19-nortestosterona — a base sobre a qual todo o resto é construído.

(2) O sistema trienona Δ4,9,11. As três duplas ligações conjugadas, estendendo-se da 3-cetona pelos anéis A, B e C, são o coração da molécula. Elas retiram rigidez do esqueleto: a família dos Δ4,9,11-trienos é conhecida por sua grande mobilidade conformacional (Raynaud & Ojasoo, 1986). Uma molécula conformacionalmente flexível é capaz de acomodar-se a mais de um bolso de ligação — e é exatamente por isso que a gestrinona reconhece vários receptores esteroides. A conjugação estendida também é o cromóforo que dá à molécula seu máximo de absorção característico (usado para quantificá-la, por exemplo, a ~338 nm no esteroide residual dos implantes clássicos).

(3) O grupo 13β-etil. No lugar do metil-13 usual dos esteroides naturais, a gestrinona traz um grupo etil. Raynaud e Ojasoo apontam esse substituinte etil em C-13, em conjunto com o trieno, como a razão explícita de a gestrinona ligar-se "também aos outros receptores de hormônios esteroides — androgênio, mineralocorticoide e glicocorticoide" (Raynaud & Ojasoo, 1986). É o 13β-etil que empurra a molécula da simples afinidade progestacional para a promiscuidade multirreceptor.

(4) O grupo 17α-etinil sobre a 17β-hidroxila. A tripla ligação terminal em C-17α é uma marca clássica dos esteroides ativos por via oral: ela protege a molécula do metabolismo rápido. Um detalhe fino, revelado pelo estudo metabólico, é que o etinil em 17α interfere menos na conjugação da 17β-hidroxila do que o 17α-metil da metiltestosterona interferiria — a hidroxila permanece acessível às enzimas de glicuronidação, apesar do impedimento estérico previsto (Kuuranne et al., 2008). A 17β-OH é, aliás, o sítio único de conjugação da molécula-mãe.

Regra geral da série

Por que a saturação importa

Na triagem de afinidade ao PR, a saturação da dupla Δ4 sempre reduziu a ligação, e a introdução de hidroxilas em posições polares também (Verma & Laumas, 1981). A gestrinona faz o oposto do que enfraqueceria a afinidade: mantém a Δ4 (essencial), evita grupos polares supérfluos e ainda adiciona duas insaturações conjugadas. É uma molécula, em suma, otimizada para ligar — e o preço dessa avidez é ligar em mais de um lugar.

5.Relação estrutura-atividade: o perfil multirreceptor

Reunindo os quatro elementos, o resultado é um ligante que reconhece quase todo o painel dos receptores esteroides — com uma exceção conspícua. Em tecido humano, a gestrinona exibiu a maior afinidade relativa de ligação entre 30 antiprogestinas suspeitas, com RBA de aproximadamente 41,5 no receptor de progesterona uterino, tomando a progesterona como 100 (Verma & Laumas, 1981). No sistema de triagem multirreceptor da Roussel-Uclaf, a molécula liga-se ainda ao androgênio e ao glicocorticoide — mas não ao receptor de estrogênio (Raynaud & Ojasoo, 1986). A Tabela 1 consolida esses números.

Tabela 1. Afinidade relativa de ligação (RBA) da gestrinona aos quatro receptores esteroides, com a consequência estrutural de cada ligação. RBA = afinidade do ligante ÷ afinidade do hormônio de referência × 100 (referência = 100). Valores de PR humano de Verma & Laumas (1981); valores de triagem PR/AR/GR de Raynaud & Ojasoo (1986).
Receptor (referência)RBACinética / observaçãoFonte
Progesterona — PR (progesterona = 100)41,5 (humano)
75 → 50 (coelha, 2 h → 24 h)
Alta afinidade, mas complexo que dissocia rápido (RBA cai com o tempo) — progestina fracaVerma 1981; Raynaud 1986
Androgênio — AR (testosterona = 100)~95 (30 min) → ~5–6Afinidade inicial alta e dissociação rápida, típica de androgênio — base do caráter androgênicoRaynaud 1986
Glicocorticoide — GR (dexametasona = 100)235 (2 h) → 40 (24 h)Ligação notável ao GR — atividade acessória (imunomodulação)Raynaud 1986
Estrogênio — ER (estradiol = 100)Não se ligaApesar da conformação flexível próxima à do etinilestradiol, não ocupa o ER — a antiestrogenia é indiretaRaynaud 1986; Verma 1981

O dado mais instrutivo da tabela é o paradoxo conformacional. Por cristalografia, os 3-ceto-Δ4,9,11-trienos — norgestrienona e gestrinona — assumem conformações próximas às do etinilestradiol e do 18-metil-estradiol; ainda assim, sendo moléculas altamente flexíveis, ligam-se aos receptores de progestágeno, androgênio, mineralocorticoide e glicocorticoide, mas não ao ER (Raynaud & Ojasoo, 1986). A molécula parece-se com um estrogênio, mas não age no receptor de estrogênio — a resolução desse paradoxo (a antiestrogenia por mecanismos indiretos) é o tema do capítulo de farmacologia.

O paradoxo em uma frase

Multirreceptor por desenho, não por acidente

A gestrinona liga PR, AR, GR e receptor mineralocorticoide — mas não ER. Essa promiscuidade seletiva não é um defeito de especificidade: é a expressão direta de uma arquitetura (19-nor + trienona flexível + 13β-etil) que a própria fonte-criadora identifica, elemento por elemento, como a causa da ligação a múltiplos receptores (Raynaud & Ojasoo, 1986). A química, aqui, é destino farmacológico.

6.Parentesco estrutural: trembolona, etisterona e THG

A gestrinona não é uma molécula isolada, mas o membro de uma pequena família estrutural — e conhecer seus parentes ilumina tanto sua farmacologia quanto sua história recente. O próprio artigo que definiu sua estrutura química aponta duas semelhanças de imediato: o sistema 4,9,11-trieno é o mesmo da trembolona, e o grupo 17-etinil é o mesmo da etisterona (metabólito do danazol) (Kim et al., 2000).

Essa dupla filiação é reveladora. Da trembolona — um potente androgênio-anabólico veterinário — a gestrinona herda o esqueleto trienona e parte de sua avidez androgênica. Da etisterona/noretisterona, herda o 17α-etinil que a torna oralmente ativa e progestacionalmente competente. A gestrinona é, num sentido literal, a interseção química entre um androgênio potente e uma progestina oral.

O parente mais notório, porém, pertence ao mundo do doping. A tetra-hidrogestrinona (THG) — o "esteroide indetectável" do caso BALCO — compartilha com a gestrinona o mesmo núcleo 4,9,11-trien-3-ona; a diferença está apenas na saturação da cadeia lateral em C-17 (Kuuranne et al., 2008). Não por acaso, estudos de neurobiologia selecionaram a gestrinona justamente por ser estruturalmente relacionada à THG ao investigarem a toxicidade dos esteroides anabólico-androgênicos (Orlando et al., 2007). O grau desse parentesco — e o que ele significa para a segurança e a percepção pública da molécula — é desenvolvido no capítulo dedicado à THG.

Estruturas químicas da gestrinona, tetra-hidrogestrinona (THG) e trembolona
Figura 2. Estruturas químicas comparadas: (a) gestrinona, (b) di-hidrogestrinona, (c) tetra-hidrogestrinona (THG), (d) trembolona, (e) aliltrembolona e (f) propiltrembolona. Todas partilham o mesmo núcleo 4,9,11-trien-3-ona; as diferenças concentram-se na cadeia lateral em C-17. (Raynaud & Ojasoo, 1986)
7.Síntese: uma arquitetura desenhada para promiscuidade

Retomando o fio: a gestrinona começou como R-2323, um código do programa de anti-hormônios da Roussel-Uclaf; foi lançada como contraceptivo oral nos anos 1970 e reencontrou seu destino clínico na endometriose a partir de 1982 (Coutinho, 1982). Quimicamente, é um 19-norsteroide triênico — 13β-etil-17α-etinil-17β-hidroxigona-4,9,11-trien-3-ona — cujos quatro elementos estruturais convergem para um único fenótipo: um ligante flexível, avidamente multirreceptor, que reconhece PR, AR e GR mas ignora o ER.

Esse é o ponto de partida de toda a obra. O perfil de receptores descrito aqui pela química é, palavra por palavra, o que a farmacologia mede em ensaios de ligação, o que a clínica observa como eficácia e efeitos adversos, e o que o parentesco com a THG torna socialmente delicado. A gestrinona é, antes de tudo, uma molécula desenhada — e entender esse desenho é entender por que ela faz o que faz.

Referências

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  • Ciou HH, et al. (2022). Repurposing gestrinone for tumor suppressor through P21 reduction regulated by JNK in gynecological cancer. Transl Res. 243:21–32. PubMed·DOI
  • Coutinho EM. (1982). Treatment of endometriosis with gestrinone (R-2323), a synthetic antiestrogen, antiprogesterone. Am J Obstet Gynecol. 144(8):895–898. PubMed·DOI
  • Kim Y, et al. (2000). Determination and excretion study of gestrinone in human urine by high performance liquid chromatography and gas chromatography/mass spectrometry. Rapid Commun Mass Spectrom. 14(14):1293–1300. PubMed
  • Kuuranne T, et al. (2008). Screening of in vitro synthesised metabolites of 4,9,11-trien-3-one steroids by liquid chromatography-mass spectrometry. Eur J Mass Spectrom (Chichester). 14(3):181–189. PubMed·DOI
  • Malavasi A, et al. (2025). Rationale and design of the GLADE study: a randomized, multicenter, double-blind, placebo-controlled trial evaluating the safety and efficacy of gestrinone subdermal bioabsorbable pellet in endometriosis-related pelvic pain. Ann Med. 57(1):2527352. PubMed·DOI
  • Niaraki MA, Moghissi KS, Borin K. (1981). The effect of a synthetic progestogen, ethylnorgestrienone, on hypothalamic-pituitary-ovarian function, cervical mucus, vaginal cytology, and endometrial morphology. Fertil Steril. 35(3):284–288. PubMed·DOI
  • Orlando R, et al. (2007). Nanomolar concentrations of anabolic-androgenic steroids amplify excitotoxic neuronal death in mixed mouse cortical cultures. Brain Res. 1165:21–29. PubMed·DOI
  • Raynaud JP, Ojasoo T. (1986). The design and use of sex-steroid antagonists. J Steroid Biochem. 25(5B):811–833. PubMed·DOI
  • Verma U, Laumas KR. (1981). Screening of anti-progestins using in vitro human uterine progesterone receptor assay system. J Steroid Biochem. 14(8):733–740. PubMed·DOI
Nota
Revisão pessoal de evidência elaborada por Dr. Leonardo Jacobsen para fins educacionais e de consulta. Não é uma publicação revisada por pares. As afirmações remetem às fontes primárias citadas; verifique os artigos originais no PubMed antes de qualquer aplicação clínica. Conteúdo científico compilado a partir de literatura indexada no PubMed.